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RoadmapUpdated on 2026-09-08

Google Cloud Storage — conector

Puxaria arquivos de um bucket Google Cloud Storage seu para a nossa cloud. Ainda no Roadmap: não há extração implementada.

On this page (16)

Estado: Roadmap — planejado, ainda não implementado nesta fase.

Leia antes: ../conectores.md (mapa de estados) e fichas.md (índice das fichas).


⚠️ Aviso — Roadmap (não disponível)#

Este conector não está implementado: a configuração e a execução são recusadas pelo produto (nada finge sucesso).

Puxar do seu bucket do Google Cloud Storage ainda está no roadmap: não há extração implementada. Use o modo "Você deposita" (envie os arquivos para a landing) enquanto isso.

O restante desta página descreve a especificação planejada (campos e forma de conexão), não um recurso ativo.


O que é#

Puxaria arquivos de um bucket Google Cloud Storage seu para a nossa cloud. Ainda no Roadmap: não há extração implementada.

Modos de ingestão suportados:

  • Nós buscamos — Nós buscamos os dados na sua fonte.

Para que serve#

Trazer os dados de Google Cloud Storage para o seu datalake e disponibilizá-los às camadas Bronze/Silver/Gold, aos modelos de BI e ao wizard de perguntas em linguagem natural.

Quando usar / quando não usar#

Use quando você precisa consolidar esta fonte no datalake de forma agendada, com isolamento por workspace.

Não use para produção hoje: o conector está no Roadmap. Enquanto isso, para arquivos, use o modo "Você deposita" (envie os arquivos para a landing).

Plano e permissões#

  • Plano: núcleo do produto (conectores fazem parte de todos os planos; o limite é o número de fontes do plano).
  • Acesso: exige workspace ativo — com a assinatura em atraso, suspensa ou cancelada, a execução fica bloqueada.
  • Desligamento: a execução de ingestão pode ser desligada temporariamente (manutenção ou incidente). Quando isso acontece, a tela informa que o recurso está indisponível no momento.

Pré-requisitos#

  • O bucket/container de origem, e o prefixo (pasta) a partir do qual os objetos serão lidos.
  • Uma credencial com permissão de listar o bucket e ler os objetos sob esse prefixo — só isso. Não é preciso (nem desejável) conceder escrita, exclusão ou administração do bucket.
  • Os arquivos sob o prefixo precisam estar num formato que o pipeline saiba ler (CSV, JSON ou Parquet). Object storage é transporte, não formato: o esquema vem do arquivo.

Credenciais#

Campos sensíveis. Eles são cifrados (AES-256-GCM) e nunca ficam no config da conexão, na definição do pipeline, no export ou na DAG. Por padrão o valor cifrado fica no banco; mover a credencial desta conexão para o cofre externo de credenciais é uma escolha explícita, feita por conexão depois de salvar — ver ../../administracao/credenciais-e-rotacao.md.

  • Service Account JSON (serviceAccountJson)

Segredos nunca são reexibidos e passam pela redação em todo erro/log (token cru, URL-encoded e em JSON).

Campos do formulário#

CampoRótuloTipoObrigatórioObservação
bucketBuckettextosim—
prefixPrefixo / pastatextonão—
serviceAccountJson 🔒Service Account JSONsenha/segredonãosegredo (cifrado; cofre externo opcional)

Passo a passo#

  1. No menu ETL/ELT → Conexões, use Nova conexão.
  2. Escolha Google Cloud Storage no catálogo.
  3. Preencha os campos do formulário (veja a tabela acima).
  4. Use Testar conexão. O resultado vem separado em três capacidades, cada uma com OK, Falhou, Não se aplica ou Não testado. Nesta ficha elas significam: Rede — o endpoint do serviço de armazenamento é alcançável a partir do servidor da aplicação; Autenticação — a credencial do formulário (chave de acesso ou conta de serviço, não usuário e senha) foi aceita; Leitura — foi possível listar os objetos do bucket/container sob o prefixo informado (a contagem exibida é de objetos visíveis, não de tabelas).
  5. Use Salvar conexão. Salvar NÃO inicia ingestão nenhuma.
  6. No cartão da conexão, use Montar extração (ou vá em ETL/ELT → Pipelines e use Novo pipeline). O pipeline aponta para a conexão salva — a credencial não é copiada.
  7. Na revisão, Publicar (agenda desligada) cria a versão 1 sem executar nada. Depois, Ativar agenda e Executar agora são ações separadas.

No estado atual (Roadmap), os passos 4–5 são recusados pelo produto.

Exemplo — teste de conexão#

Configuração de exemplo (todos os valores são fictícios; segredos aparecem mascarados):

text
# Exemplo sintético (valores fictícios — não são credenciais reais)
bucket = meu-bucket-exemplo
prefix = dados/2026/
serviceAccountJson = •••••• (cifrado — nunca exibido)

Resultado esperado#

O produto recusa a configuração com uma mensagem clara de que o conector está no Roadmap.

Limites e custos#

  • Paginação: teto duro por execução (default 10.000 páginas / 5.000.000 linhas); guarda anti-loop.
  • Volume estimado: ~3 GB/mês (estimativa de catálogo, não medição).
  • Custo: a extração em si não é cobrada pela plataforma; a carga Bronze consome carga no datalake (cobrável). Custo faturado real de nuvem = NÃO MEDIDO.

Segurança#

  • Escopo por workspace: cada cliente lê e escreve só no seu próprio datalake (<prefixo>_bronze / _silver / _gold); nunca há vazamento entre workspaces.
  • Segredos cifrados: material sensível é cifrado com AES-256-GCM antes de ser gravado. O cofre externo de credenciais é opcional e ligado por conexão; sem ele, o valor cifrado fica no banco. Trocar o valor aqui NÃO revoga a credencial na origem.
  • Redaction: todo erro/log passa pela redação de segredos (cru, URL-encoded e em JSON).
  • Produção não finge: um caminho que cairia em mock aciona a guarda de produção (falha explícita em vez de simular sucesso).

Erros comuns#

  • Autenticação falhou — a credencial deste conector NÃO é usuário e senha: é chave de acesso (ou conta de serviço). Confira o par informado no formulário e se ele ainda está ativo no provedor.
  • Listagem negada — a credencial autentica mas não pode listar o bucket. Conceda listagem do bucket e leitura dos objetos sob o prefixo; permissão de leitura sem listagem não basta, porque o pipeline precisa descobrir quais arquivos existem.
  • Bucket/prefixo inexistente ou vazio — confira o nome exato do bucket e o prefixo (pasta). Prefixo sem nenhum objeto devolve zero objetos visíveis, não um erro.
  • Arquivo em formato não suportado — object storage transporta arquivos; o pipeline precisa conseguir ler o conteúdo (CSV, JSON ou Parquet). Um objeto em outro formato é ignorado ou falha na carga, conforme a política do pipeline.

Diagnóstico#

  • Use Testar conexão para isolar problemas de credencial/rede antes de agendar.
  • Acompanhe as execuções na observabilidade por conector (taxa de erro, p50/p95, freshness).
  • Uma mudança de esquema na origem é sinalizada pelo schema drift (coluna nova = info; coluna removida/tipo mudado = atenção).

Relacionados#


Última revisão: 2026-09-08. Ficha gerada automaticamente do catálogo de conectores do produto.

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