Selo de estado:
GA-candidato(login por Google/e-mail-senha e MFA TOTP provados por testes) · SSO empresarial (SAML/OIDC) e login pelo udiApps =Preview· Atualizado em 2026-09-17. Fonte de estado: matriz de estados do produto (verdade de produção; SSO). Limite atual do produto = Preview.
Esta página cobre como uma pessoa entra no ingestia.io e como o dono do workspace endurece o acesso às contas. Para provisionamento automático por IdP corporativo (SAML/OIDC + SCIM), veja SSO e SCIM.
O que é#
A autenticação decide quem é você (identidade). É diferente de o que você pode fazer (papéis/RBAC) e de quais linhas você vê (RLS). Uma pessoa pode participar de vários workspaces com a mesma identidade de login.
Formas de login disponíveis#
| Forma | Como funciona | Estado |
|---|---|---|
| Login social (Google Sign-In). Restrição opcional por domínio Google Workspace. | GA-candidato | |
| E-mail + senha | Cadastro self-service; senha guardada como hash (scrypt), nunca em texto. Definida no cadastro — não há troca nem redefinição por autoatendimento. | GA-candidato |
| MFA (TOTP) | Segundo fator por app autenticador (Google Authenticator, Authy, 1Password…). | GA-candidato |
| Login pelo udiApps | Entrada a partir do gestor central udiApps (handshake assinado). | Preview |
| SSO corporativo (SAML 2.0 / OIDC) | IdP da empresa (Okta, Entra ID, Google Workspace). Ver SSO e SCIM. | Preview |
Modo de desenvolvimento
Sem nenhuma credencial de auth configurada no ambiente, a instância roda em modo dev aberto (para desenvolvimento local). Em produção isso é bloqueado: sem Google nem credenciais o deploy não se anuncia saudável (verdade de produção — ver Status e limitações).
Para que serve#
- Dar a cada pessoa uma identidade única e auditável (a trilha de
auditoria registra
userEmail). - Exigir segundo fator de todas as contas — não só das sensíveis: na versão implementada o MFA é obrigatório para qualquer acesso logado.
- Permitir entrada federada por SSO corporativo (Preview) sem senha local.
Plano e permissões#
- Login e MFA: todos os planos.
- SSO/SCIM: a partir de Scale (marcado
Preview) — ver Planos. - Quem controla: ninguém escolhe. Na versão implementada o MFA é
obrigatório para qualquer acesso logado: entrar sem segundo fator configurado
leva direto à tela de configuração de MFA, e não há como sair dela para o
produto. Cada pessoa configura o próprio autenticador; gerir pessoas é ação
de admin/owner (
member.manage). - Não existe "exigir MFA de um membro". O cadastro de pessoa tem uma marca com esse nome, mas ela não tem efeito: nenhum caminho de login a consulta. Como o MFA já é obrigatório para todo mundo, a marca não muda nada — e ela não pode ser usada para dispensar ninguém.
Passo a passo — ativar MFA (TOTP)#
Abrir a configuração de MFA
No seu perfil, escolha Ativar verificação em duas etapas. A plataforma gera um segredo TOTP e um QR Code.
Registrar no app autenticador
Escaneie o QR Code (ou digite o segredo) no seu app (Google Authenticator, Authy, 1Password, etc.). Ele passa a gerar um código de 6 dígitos que muda a cada 30 s.
Confirmar o código
Digite o código atual para confirmar o vínculo. A partir daí, todo login passa a exigir senha e o código do momento.
O segredo TOTP é guardado cifrado (AES-256-GCM) no servidor e nunca sai em relatórios, DSAR ou logs.
Ressalva de cadastro legado — a mesma que consta em Credenciais e rotação
A cifra em repouso vale para todo cadastro novo: ativar (ou reativar) o MFA grava a semente cifrada. O leitor, porém, tolera semente legada em texto plano: se a decifra falhar, o valor guardado é usado como está. Isso existe para não quebrar o login de quem registrou o MFA antes da cifra — e não há migração que reescreva cadastros antigos, então "cifrado em repouso" descreve o que é gravado hoje, não uma garantia retroativa sobre todo registro existente. Esta é a mesma ressalva de Credenciais e rotação; as duas páginas afirmavam coisas diferentes, e é esta a versão que corresponde ao código. Reativar o MFA (desativar e ativar de novo) regrava a semente cifrada.
Registrar a ressalva não é afirmar que exista segredo em texto plano em algum ambiente: é dizer que o produto ainda aceita ler um, e que nenhuma varredura de valores foi feita (nem seria pedida) para escrever esta página.
Exemplo#
Na Comércio Aurora (fictícia), Maria (owner) entra com Google. João (admin) usa e-mail + senha e, por operar fontes e pessoas, ativa o MFA. A partir daí, o login dele pede senha e o código de 6 dígitos do app autenticador.
Resultado esperado#
- Login bem-sucedido cria a sessão e leva à área logada.
- Com MFA ativo, login sem código válido é negado (não entra "só com senha").
- A entrada fica registrada na trilha de auditoria do workspace.
Segurança#
- Senhas: hash scrypt; a plataforma nunca guarda nem exibe a senha em texto.
- MFA: verificação TOTP com janela de tolerância; segredo cifrado em repouso nos cadastros novos, com a ressalva de leitura de cadastro legado descrita acima.
- Domínio Google (opcional): o dono pode restringir o login social a um
domínio Workspace específico (
hd), recusando contas fora dele. - Convite de membro: o cadastro de uma pessoa não emite senha. Ele emite um link de ativação de uso único, com validade, guardado como hash; a pessoa define a própria senha ao aceitar (ver Usuários). Link perdido ou vencido se resolve reenviando o convite — não existe "gerar nova senha". Ver Credenciais e rotação.
- O time nunca pede sua senha nem o valor de uma chave — ver Suporte.
Limites#
- Recuperação de MFA: não existe, nem por autoatendimento nem pelo produto. Não há códigos de recuperação de uso único, e não há ação de admin, de owner ou de suporte dentro do produto que zere o segundo fator de outra pessoa — procuramos e ela não existe no código. Quem perde o app autenticador fica sem caminho de volta pela interface; resolver isso hoje é intervenção fora do produto. Guarde a semente do autenticador ao configurar.
- Troca de senha: não há tela de "alterar minha senha" nem fluxo de "esqueci minha senha". A senha de login é definida no cadastro; trocá-la depois é caso de suporte. Quem entra por Google ou SSO não tem senha local.
- Sessão: a sessão é um token assinado guardado no navegador; o servidor não mantém lista de sessões, então não há "encerrar sessões em todos os dispositivos" nem revogação de sessão ao trocar credencial.
- SSO/login udiApps:
Preview— sem SLA; comportamento pode mudar. - E-mail transacional pode não estar habilitado em todos os ambientes atuais; prefira os canais in-app quando o fluxo depender de e-mail.
Erros comuns e diagnóstico#
| Sintoma | Causa provável | O que fazer |
|---|---|---|
| Login recusado com senha certa | MFA ativo e código ausente/errado | informe o código atual do app autenticador |
| Código TOTP sempre inválido | relógio do celular fora de hora | sincronize a hora automática do aparelho |
| Google recusa a conta | restrição de domínio Workspace (hd) | use uma conta do domínio permitido |
| "Auth não configurada em produção" | ambiente sem Google nem credenciais | operador deve configurar as envs de auth |
Relacionados#
Última revisão: 2026-09-17.
Estado & evidência: login Google/e-mail-senha + MFA TOTP provados por testes
(limite atual do produto = Preview); SSO/login udiApps = Preview. Fonte:
matriz de estados do produto.