Exportar#
Um agente vira um arquivo com a definição inteira: objetivo, instruções, tabelas, ferramentas, bases de conhecimento e equipe.
As referências saem por nome, nunca por identificador interno. Um identificador de outro ambiente não significa nada no destino — importar assim criaria um agente que parece configurado e não funciona.
Nada de credencial sai no arquivo.
Importar#
Ao importar, a plataforma procura cada referência pelo nome no destino e diz, item por item, o que não encontrou:
Tabela
gold_vendas_2024não existe neste workspace · base "Políticas" não encontrada
O agente importado nasce sempre em rascunho, com as pendências visíveis. Um agente importado "com sucesso" que responde errado porque metade das referências não resolveu é o pior desfecho possível.
E quando há dois nomes iguais no destino, nada é ligado: escolher um dos dois seria invisível, porque o nome na tela estaria certo.
API#
Há uma API para ler: listar agentes, exportar a definição, consultar execuções. A descrição técnica (OpenAPI) está disponível na própria API.
Executar um agente por chave de API ainda não existe. A razão é a mesma regra de permissão das outras telas: toda execução acontece com a permissão de uma pessoa, e uma chave não é uma pessoa. Fazer a chave se passar por alguém funcionaria — e a auditoria passaria a dizer que aquela pessoa perguntou, quando não foi ela. Preferimos não ter o recurso a ter um recurso que mente.